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Chegar
a Cabril... |
A
serra, ao longe. |
Viajar
para Cabril constitui, desde logo, uma aventura natural a que só alguns
privilegiados, que tenham entranhado em si a faculdade de apreciar as
coisas boas que a natureza nos proporciona, têm acesso.
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Cá
estamos... |
Rua
principal. |
Depois
de lá chegados temos a experiência da simpatia e hospitalidade da sua
gente dada à evidencia através da simplicidade com que nos recebe.
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Cruzeiro... |
Cruzeiro -
promenor. |
Descobrir
Cabril é descobrir um universo de coisas suaves e boas. Podemos
apreciar a velha igreja matriz encravada na rua estreita de acesso
e que tem como padroeiro S. Lourenço; os espigueiros e eiras
comunitários que se destinam à secagem dos cereais cultivados nos
campos circundantes e que podem ser vistos não só na aldeia mas à
beiras das estradas; o lagar de azeite comunitário das Olas; a ponte
medieval sobre o rio Cabril, hoje coberta pelas águas da albufeira
mas que lá continua, só despertando quando as águas baixam...
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Recanto! |
Ao lado da
Igreja. |
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Casario... |
A serra ao
fundo. |
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Igreja Matriz de
Cabril |
Igreja -
fachada. |
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S.
Lourenço. |
Igreja Matriz de
Cabril - Torre sineira |
Cabril
deriva de cabra. Os rebanhos de cabras comunitários sempre foram o
sustento desta comunidade pacífica. Por isso a preocupação, desde
tempos remotos, que a presença do lobo causou expressa no
Fojo do Lobo
construído para armadilhar e enganar o lobo. Vale
bem a pena visitar esta terra.
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As
campas no adro... |
Vista para o
rio
Cabril. |
A aldeia de Cabril ainda conserva curiosos
exemplares de arquitectura popular, como espigueiros e
eiras, usados pela população para a secagem de cereais.
Existe também
um lagar de azeite recuperado, o lagar das Olas com
sinalização no local. |