Ponte da Misarela: a ponte diábolos.


 

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Descrição anterior do percurso à ponte diábolos...

A Lenda da Ponte da Misarela


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A ponte diábolos ou a ponte do diabo. Palavra assustadora, malígna, associada ao mal; palavra bela da cultura grega clássica, onde todos os seus constituintes têm um significado saboreável e com sentido. Aqui festeja-se o pacto com o diabo. Mas, afinal, qual o significado da palavra "diabo"?

Esta palavra chega-nos do Latim através de diabolus, com o significado já de “demônio”. Por sua vez, a palavra latina tem raiz na palavra grega diábolos, com o significado de “acusador, intrigante”. Entretanto, indo mais profundamente à sua raiz, temos DIABALLEIN, literalmente “lançar através”, de DIA, “através”, mais BALLEIN, “lançar, atirar”. Segundo os gregos da época clássica, ficava colado a um ato reprovável quem atirasse para o campo do pensamento ou da ação, através de palavras ou atos, a maledicência, a calúnia que provocasse a desunião, ou que inspirasse ódio ou inveja. Daí a palavra diabo.

 

 

Perante isto, será de acreditar na lenda da ponte, quanto à ajuda pedida e prestada pelo homem que, "apertado, muito de perto pela justiça, se embrenhou um dia no Gerês profundo e, transviado, achou-se de repente à borda de uma ribeira torrencial, em sítio alpestre e medonho, pelo alcantilado dos penedos e pelo fragor das águas que ali se despenhavam em furiosa catadupa. Apelando o malvado para o Anjo-Mau e tanto foi invocá-lo que o Diabo lhe apareceu. 'Faz-me transpor o abismo e dou-te a minha alma', disse-lhe." O leitor tirará sua conclusão...

 

 Acordemos...

Muito mudou nos acessos ao percurso da ponte desde o último relato colocado nesta página e acessível no link acima. 

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De lá para cá muito alcatrão foi posto no chão por caminhos onde antes as viaturas do www.serra-do-geres.com mal passavam.

Renovando o caminho para o percurso familiar à ponte da Misarela, no rio Rabagão, podemos dizer que, na sua essência, ele se mantém, podendo ser feito agora de uma maneira mais confortável. 

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Esse mesmo caminho pode fazer-se das maneiras descritas no anterior texto, agora com algumas variantes.

Por Ruivães, o túnel do aproveitamento hidroelétrico da EDP está, há muito, concluído. Seguindo pela estrada nova sempre para baixo, chega agora a uma ponte sobre o rio Cávado do qual o rio Rabagão é afluente. 

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Naturalmente que deve deixar o carro antes da ponte, no local descrito na versão anterior do percurso (coordenadas para GPS: 41°41'45.88"N e 8° 1'34.03"W) e seguir pelo caminho indicado por novas placas. Pelo seu grau de dificuldade e pelas escarpas rochosas em direção à foz do Rabagão, não aconselhamos este percurso para a ponte da Misarela para crianças e pessoas em geral com vertigens. 

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Seguindo pela ponte nova, falada anteriormente, chega ao entroncamento com a estrada que vem do Cabril e vai para Vila Nova. Entre na direção de Vila Nova, passe pela ponte da central hidroelétrica e siga para Vila Nova. Vire na terceira estrada à direita, por um caminho empedrado. Vá sempre pela esquerda e chega à capela mencionada na descrição anterior. 

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Deixe aí o carro (coordenadas para GPS: 41°41'45.89"N e 8° 1'14.01"W). Pode levar as crianças mas sempre pela mão. Seguido as placas, desça devagar, apreciando o foz do rio Rabagão e a serra do Gerês ao fundo, até ao miradouro do lado direito. Aí continua a ter a hipótese dos dois caminhos: um, sempre em frente, mais fácil e mais previsível; outro, à direita, mais selvagem mas mais delirante.

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De um lado ou do outro, chega ao largo da ponte. Hoje existe uma placa de "vende-se" no portão e o mesmo está ornamentado com um "graffiti".

Atravesse a ponte com o respeito que ela merece por todas as razões, também pelo facto da altura do seu arco. Tenha em atenção a lenda da ponte da Misarela que pode ser consultada no link acima. 

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Explore as cercanias da ponte, não deixando a mão das crianças e tendo cuidado com a curiosidade dos adolescentes. É um espaço de alturas e precipícios.

Numa oportunidade estudada, e tendo em conta a possibilidade de deixar um outro carro à espera no sítio da primeira alternativa a este percurso, siga o caminho que ladeia o monte e vá ter à estrada que vem de Ruivães.  

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