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Aproveitamento hidroeléctrico da Venda Nova (rio Cabril)

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Ora aqui está um bom percurso para os amantes do automóvel. O carro vai quase até ao local proposto, desfrutando sempre de uma excelente paisagem.

Bom, mas tudo tem o seu senão. Este percurso é sempre muito sinuoso o que pode provocar enjoos, muitos enjoos, principalmente àquelas pessoas que mais facilmente os têm.

O caminho começa na já conhecida E.N. 103. Vire na barragem de Salamonde (existem lá semáforos, uma vez que a estrada em cima da barragem é muito estreita)

 

Depois da barragem...

Onde pode saborear o Javali...

Boa hospitalidade.

e siga em frente até chegar a um entroncamento com um pequeno povoado que tem o nome de Fafião (antes de chegar ao cruzamento, do lado esquerdo, encontra uma casa nova, o restaurante “Área Protegida”, onde servem um delicioso prato de javali).

 

Vire para o Cabril (6,5Km)

Parque de Campismo Outeiro Alto.

Eis a albufeira...

Aí vire à direita em direcção ao Cabril que fica a 6,5 Km (se virasse à esquerda, ia ter à Ermida e às cascatas do Tahiti, como, mais à frente, do Arado. Não me parece ser boa solução uma vez que fomos informados que a ponte de madeira, mesmo junto à descida para as cascatas do Tahiti, está a cair).

 

O Restaurante da Ponte

Paisagem em frente: Cabril

Molhe a boca: 1.º entroncamento.

Mais ou menos 5 Km à frente, chega ao parque de campismo  de Outeiro Alto e à ponte sobre a albufeira do rio Cabril. Aí retempere as forças no restaurante, logo à saída da ponte pois só volta a desfrutar do café quando, pelo fim da tarde, voltar a passar por aí. Vire à esquerda (se virasse à direita, ia ter à central da Vila Nova e à estrada da Ponte da Misarela).

 

Vire à direita. Ponha 0 o conta Km...

... e chega ao caminho aos 7,2 Km.

A placa de “Estrada sem saída”.

Passa, então, pelo Cabril, onde pode comer uma boas sandes de presunto no café Águia Real junto à escola E.B.1 do Cabril. Está na estrada que o levaria à barragem da Paradela.

 

Ainda não sabe o que o espera...

...outro enganadinho.

1º Aproveitamento.

Depois de passar dois currais de gado, começa a ver ao longe, do lado esquerdo da via, uma estrada de terra batida que serpenteia o monte. É essa, mas só a vai tomar mais à frente. Por aí encontra, antes de uma ponte pequena, uma entrada à esquerda com a indicação de estrada sem saída. Vá por aí.

São 6 quilómetros que parecem 60. estrada em mau estado. Vá com cuidado, mas aprecie a paisagem. Passados, mais ou menos, 4 quilómetros, chega ao primeiro aproveitamento da E.D.P., depois de passar um pontão. Nada de especial, exceptuando a queda de água com alguma altura. Siga em frente.

 

Eis o destino!

Que maravilha...

A 1ª Lagoa.

2 quilómetros depois, chega, então, ao aproveitamento principal do rio.

Aí, existem duas opções que podem ser feitas:

Siga em frente e vai ter ao aproveitamento de água. Em si o aproveitamento não tem nada de especial. Nem é fundo... Contudo, deixe aí o carro e embrenhe-se na pouca vegetação do lado direito. Vai ter à rampa e ao túnel que trás a água do primeiro aproveitamento. Suba a rampa, mas cuidado ao entra no túnel. Não sei como é lá dentro, mas que é escuro, lá isso é;

Desça para o lado direito até ao túnel, fechado. Pare o carro e comece a pequena descida até às lagoas.

 

É mesmo em Portugal...

...Só podia ser no Gerês

Não sei como é lá por dentro...

Existem várias lagoas. A primeira é a mais larga com cerca de 4metros de largura, 10 de comprimento e 7 de profundidade. Não tem perigo nenhum, desde que saiba nadar. O fundo é de areia, tornando-se, por isso, muito brilhante. Pode saltar sem perigo.

Em relação às outras, trata-se de fundões, uns mais perigosos que outros, mas fáceis de fazer e de explorar. Apenas a referência para o último dessa série, onde se tem de desviar do rio para o seguir. É muito fundo. Possivelmente uns 12 metros, mas muito escuros. Ideal para os saltos em profundidade.

 

Depois do mergulho da praxe.

A albufeira.

A despedida é sempre difícil.

Se levar a família com filhos pequenos ou adolescentes, tenha muito cuidado. Mais a jusante encontra sítios menos perigosos e com sombra.

O caminho de regresso é feito pelo mesmo sítio.

 

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