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Foto
de cima retirada do bonito site de Pitões em
Bem
vindo a Pitões
de
Lúcia Fernandes
Faltz
Esta caminhada é, de facto, espectacular e pode ser feita
em dois dias. No entanto este percurso está previsto para um dia, embora
se torne bastante cansativo. Aqui vai.
Siga a E.N.
103 até à barragem da Venda Nova. Atravesse a barragem e, no
primeiro cruzamento, vire à direita. Está na E.N. 308. Passe ao
lado da barragem da Paradela e siga até Covelães. Aí
vire para a esquerda, seguindo as placas que o levarão até
Pitões das Júnias.
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Albufeira da barragem da
Venda Nova. |
Eis Pitões das Júnias! |
Pode levar o carro mesmo junto ao cemitério de Pitões
das Júnias e lá deixá-lo. Se tiver um todo o terreno, leve-o até mais
abaixo, a um largo feito em terra batida e muita lama.
Aqui, prepare a merenda, o calçado e os
agasalhos pois vai descobrir um fascinante mundo natural
ímpar.
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O enquadramento do Mosteiro. |
A
Igreja bem conservada. |
Desça, então, por um caminho à esquerda que o levará directamente ao
mosteiro de St.ª Maria das Júnias. Vá apreciando o enquadramento do
mosteiro com a área circundante.
Chegado ao mosteiro, observe, sem mexer, a
igreja, arrepie-se com o cemitério abandonado e percorra
as ruínas do mosteiro, tendo sempre presente que esse lugar foi
habitado, durante muito tempo, por monges.
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As
paredes e o silêncio do rio... |
Quantos almoços. |
Volte a sair e, de novo no caminho da entrada do cemitério,
vire à esquerda e vá até ao moinho, atravessando a ponte.
Aprecie a calma.
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Moinho junto ao mosteiro. |
Ouça o silêncio cortado aqui e acolá pelo barulho da leva de água que
corre em direcção ao precipício.
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A cascata. |
Aqui tem duas opções:
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Siga esse monte, junto ao rio, e passe por terra e água, até chegar ao
rego, já na outra margem do rio Campesinho até chegar a um caminho
largo, rodeado por enormes carvalhos. Antes de chegar aí, pode ir
apreciar a parte de cima da queda de água abrupta. Vá pelos
rochedos, mas cuidado!!! Não se aproxime em demasia do
precipício. O barulho é ensurdecedor, no Inverno;
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Volte para trás
e siga pelo outro caminho que sai do largo que falei. É o
caminho da direita. Vai ter ao tal rego. Pode ir, por aí,
até à queda de água. Siga o caminho rodeado de carvalhos.
Passe por sítios ainda originais, falando de espécies vegetais.
No fim do percurso, encontra o rio já depois da queda e
pode apreciar a altura da mesma. É impressionante. Descanse.
Volte pelo mesmo caminho. Não se aventure muito. Já andámos por
aí perdidinhos durante algumas horas por querer atalhar.
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