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A zona mais acessível e
interessante da serra do Gerês é a parte florestal da bacia do rio
Homem, entre a Portela de Leonte e a Portela do Homem. Local a visitar
sempre...
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O
prado da Portela. |
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Um pouco antes da
Portela de Leonte há uma formosa cascata (ou «frecha», como dizem por aí
os serranos): é a
Cascata de Leonte.
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Bica
no tanque, junto à casa. |
Início
do trilho para o Pé do Cabril. |
Junta-se por esta altura o carvalhal que de ambos os lados
vinha descendo do alto. É através desse bosque primitivo que segue a nova
estrada.
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Casa
de Leonte - parte de trás. |
Casa
de Leonte - Frontaria. |
A Portela de Leonte
(875 m
de alt.) é um verdadeiro desfiladeiro tendo tanto do lado do poente (Pé do
Cabril) como do nascente (maciço da Borrageira) imponentes massas de
rochas por onde a vegetação aproveita todas as fendas.
O Gerês, afluente
do Cávado, e o Leonte, afluente do Homem, têm as suas nascentes junto
dessa portela. Na descida, ouvem-se a cada passo os sussurros das
cascatas.
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Escada
de acesso à casa. |
Placa:
altura 862m. |
Entre os flancos da
Bergiela e de Corneda, coroados de imponentes massas, a ribeira de Leonte
debate-se entre tumultuosas penedias.
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Recanto. |
Placa
de homenagem a Arthur Loureiro. |
Por detrás
da casa, junto ao início do trilho para o Pé do Cabril, encontra uma
singela homenagem a
Arthur José de Sousa Loureiro*
(1853-1932),
naturalista, autentico fotógrafo do Gerês, em geral, e do Pé do Cabril,
em particular.
*(n Porto,
11 de Fevereiro de 1853; f Gerês, 8 de Julho de 1932). Pintor português.
Foi um pintor naturalista. A sua formação inicial foi na Academia de
Belas-Artes, no Porto e em 1876 ele foi para Roma onde foi aluno de
Francisco Ortiz Pradilla. Em Itália, dedicou-se à pintura de paisagem.
Expôs em Paris, na Exposição Universal (1878) e na Sociedade Promotora
de Belas-Artes de Lisboa (1880). Em 1879 recebeu uma bolsa para ir a
Paris onde permaneceu de 1880-1883. Era um aluno de Alexandre Cabanel e
expôs no Salão de Paris em 1881 e 1882.